sábado, 6 de maio de 2017

A nova geração de craques

Com o final de carreira de Xabi Alonso, Philipp Lahm e de Francesco Totti já anunciado para o final da presente temporada e com Lionel Messi e Cristiano Ronaldo cada vez mais perto entrarem nessa fase das suas carreiras, começam a aparecer novas gerações de jovens talentos como, por exemplo, Marco Asensio, Gelson Martins, Sandro Semedo ou Rúben Neves, nos principais campeonatos europeus. E no seguimento dessa ideia, irei apresentar um onze composto por jovens promessas que começaram a dar nas vistas nos tempos mais recentes e é certo que os nomes que irei indicar podem não estar de acordo com as opiniões de cada um. E para a realização deste mesmo onze de jovens talentos há muitos nomes que poderiam fazer parte dele, mas decidi fazer uma seleção de alguns e, assim, montar um onze com os jovens mais promissores da atualidade e utilizando um sistema tático de 4x3x3 clássico. Todos os jovens talentos que irei abordar, a seguir, serão peças fundamentais nos seus respetivos clubes, nos próximos anos, e alguns até já os são atualmente. Mas vamos por partes.
Na baliza, colocarei o guarda-redes italiano Gianluigi Donnarumma (AC Milan) porque é um dos melhores jovens guarda-redes da atualidade e que pode muito bem ser o sucessor de Gianluigi Buffon na Seleção de Itália e a grande figura do AC Milan nos próximos tempos. Logo a seguir para constituir o quarteto defensivo coloco o Héctor Bellerín (Arsenal) no lado direito e o francês Theo Hernández (Alavés) no lado esquerdo, porque são, para mim, dois dos mais promissores laterais que existem no futebol europeu e que poderão evoluir muito nos próximos tempos e chegar, quem sabe, à Seleção de Espanha (no caso de Bellerín) e à Seleção de França (no caso de Hernández). A dupla de defesas-centrais deste meu onze de jovens talentos é constituída por Fosu-Mensah (Manchester United), que para mim é um bom jogador e que poderá ser titular na defesa dos Red Devils a longo prazo. E ao lado de Fosu-Mensah coloco o espanhol Jesús Vallejo (Eintracht Frankfurt), porque é o defesa-central mais promissor do futebol espanhol, na minha modesta opinião, e porque tem um estilo de jogo muito parecido com o do Fernando Hierro (mítico capitão do Real Madrid que marcou uma geração no colosso espanhol) e também porque poderá ser titular do Real Madrid a longo prazo, nos próximos anos. De seguida, na zona do meio-campo, coloca na posição de médio-defensivo o também espanhol Marcos Llorente (Alavés) que, para mim, é um dos jogadores-sensação do campeonato espanhol, na presente época, e que poderá ser titular no meio-campo do Real Madrid a longo prazo nos próximos tempos. À frente do médio-defensivo coloco também o alemão Julian Weigl (Borussia Dortmund) que vai ser uma das figuras do meio-campo do colosso alemão e da seleção germânico num futuro próximo. E ao lado do internacional alemão ponho o jovem luso-guineense Ronaldo Vieira (Leeds United) que é um dos jovens mais promissores que há no exigente Championship e que merecia chegar a um clube que pudesse potenciá-lo. Infelizmente, este jogador ainda passa muito despercebido aos olheiros de todos os clubes.
Por fim, na frente de ataque, coloco no flanco direito o marroquino Hachim Mastour (Zwolle) que poderá ser, à semelhança de Donnarumma, um jogador muito importante para o AC Milan, num futuro próximo, para ajudar a reerguer o gigante milanês. Por outro lado, no flanco esquerdo, coloco o espanhol Marco Asensio (Real Madrid) porque é dos jogadores com mais potencial que há, neste momento, no plantel do Real Madrid e que será, certamente, fundamental para o futuro do colosso espanhol nos próximos tempos. Na posição de ponta-de-lança colocarei o sueco Alexander Isak (Borussia Dortmund), o novo Ibrahimovic como lhe chamam, que será um jogador muito importante no futuro de clube alemão nos próximos anos, quando não houver Marco Reus, nem Aubameyang. E tem tudo para crescer como jogador no Borussia Dortmund e marcar muitos golos no campeonato alemão.        
E é este o meu onze de jovens promessas do futebol europeu e, naturalmente, haverá pessoas que possam não concordar com estas escolhas, mas os nomes são tantos que o mais difícil é, claramente, escolher alguns para montar, assim, um onze cheio de jovens promessas. Mesmo que já não existam o Xabi Alonso, o Messi ou o Ronaldo, certamente que o futuro estará entregue às novas jovens promessas. O futuro é risonho no que toca ao futebol europeu.

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