quarta-feira, 7 de junho de 2017

O 11 da UEFA Champions League



Gianluigi Buffon (Juventus): O veterano guarda-redes italiano da Juventus foi um dos melhores guarda-redes da maior prova europeia de clubes e quando se pensava que iria conseguir vencer a sua primeira Liga dos Campeões, eis que sofre quatro golos numa final épica que terminou com a vitória do Real Madrid. Ainda não foi desta que Buffon conseguiu vencer a Champions

Dani Alves (Juventus): O lateral-direito brasileiro, que passou por Barcelona e Sevilla, foi um dos esteios da defesa da Vecchia Signora e fez duas tremendas exibições naquela meia-final diante do AS Mónaco, treinado por Leonardo Jardim. Nesta edição da UEFA Champions League, Dani Alves mostrou que ainda pode jogar nos grandes palcos europeus e faltou-lhe um bocadinho para ser Campeão Europeu de clubes. 

Leonardo Bonucci (Juventus): À semelhança de Dani Alves, Leonardo Bonucci foi o patrão da defesa da Juventus, mas jogando com Andrea Barzagli ou com Chiellini ao seu lado. Bonucci mostrou ao longo da competição porque é que ainda tem muitos clubes interessados em si. Foi um defesa-central rigoroso quando tinha que defender e não complicava no que era fácil. Ficou-lhe um amargo de boca por ter perdido a Champions

Sergio Ramos (Real Madrid): Apesar do seu estilo caceteiro e de ser um defesa-central sobrevalorizado, Sergio Ramos foi sempre o salvador do Real Madrid nos momentos de maior aflição como, por exemplo, no jogo em San Paolo diante do Nápoles. Pode ser odiado por uns e amado por outros, mas Sergio Ramos conseguiu também transmitir alguma segurança na defesa do conjunto merengue

Marcelo (Real Madrid): O lateral-esquerdo brasileiro já leva anos e anos a defender as cores do todo-poderoso Real Madrid e, tal como Sergio Ramos, também é odiado por uns e amado por outros, mas nesta edição da Liga dos Campeões, Marcelo esteve muitíssimo bem e deu sempre muito segurança na hora de defender, no lado esquerdo, e no ataque também esteve muito bem ao serviço do Real Madrid. 

Julian Weigl (Borussia Dortmund): E o único alemão neste onze teria de ser Julian Weigl. O jovem médio do Borussia Dortmund foi uma das revelações da equipa alemão, que dividiu o grupo com Real Madrid e Sporting Clube de Portugal, e que fez uma campanha positiva na montra europeia, mostrando-se a bom nível com a camisola amarela. Weigl transmitiu sempre a segurança necessária no meio-campo do Borussia Dortmund. 

Casemiro (Real Madrid): Jamais os adeptos do Real Madrid irão esquecer o tremendo golo que o brasileiro marcou ao lendário Gigi Buffon, em que ele não teve receio de aplicar toda a sua força naquele remata indefensável. Ao longo da Liga dos Campeões, esta época, Casemiro conseguiu sempre (ou quase sempre) ser o pêndulo que equilibrava o meio-campo do Real Madrid e foi uma peça fundamental no bicampeonato europeu do conjunto blanco.     
Kylian Mbappé (AS Mónaco): O jovem prodígio francês foi, sem dúvida, a grande revelação desta UEFA Champions League e na retina vai ficar as excelentes exibições diante do Manchester City, Borussia Dortmund e da Juventus. Mbappé também conseguiu marcar um golo solitário ao experiente Gianluigi Buffon e não há muitos jovens craques que se possam orgulhar de tal feito. Mbappé foi a grande surpresa da Champions

Paulo Dybala (Juventus): O jovem extremo argentino foi uma grande figura no ataque da Juventus ao longo de toda a Liga dos Campeões, mas na final passou muito despercebido. Ainda assim, Dybala conseguiu mostrar que tem talento para dar e vender e a Juventus deveria começar a pensar no substituto do craque sul-americano. Paulo Dybala aproveitou, e de que maneira, a grande montra europeia para se mostrar ao mundo do futebol. 

Bernardo Silva (AS Mónaco): O ex-jogador do Sport Lisboa e Benfica foi a outra grande surpresa da competição, logo a seguir ao jovem Kylian Mbappé. Bernardo Silva foi o grande motor de toda a equipa do AS Mónaco, de Leonardo Jardim, visto que todo o jogo da equipa monegasca passava pelos seus pés. Esta boa passagem pela Champions, com a camisola do AS Mónaco, acabou por culminar na ida de Bernardo Silva para o todo-poderoso Manchester City. 

Cristiano Ronaldo (Real Madrid): Já não há palavras que descrevam o futebol praticado por Cristiano Ronaldo. Aproveitando a temporada menos boa de Lionel Messi, o internacional português sagrou-se, pela primeira vez, bicampeão europeu e é o primeiro futebolista português a vencer quatro Ligas dos Campeões (em 2008 pelo Manchester United e em 2014, 2016 e 2017 pelo Real Madrid), destronando, assim, o lendário Eusébio. E ainda se tornou no melhor marcador da UEFA Champions League destronando... Lionel Messi.         

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