Seleção da Argentina: recuperar o ceptro perdido desde 1986

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Campeonato do Mundo de 1978 e de 1986. Dois Mundiais cujo vencedor foi sempre o mesmo: a Seleção da Argentina (em 1978 sem Maradona; 1986 com Maradona). Passados 32 anos, a Seleção da Argentina espera voltar a conseguir recuperar o ceptro perdido, após o Mundial do México, e dar uma alegria a todos os adeptos argentinos nos relvados russos. Mas para chegar a esta certame da Rússia, a equipa de Lionel Messi e companhia teve que disputar uma Fase de Qualificação sofrível, onde acabou em terceiro lugar, atrás do Brasil e do Uruguai e à frente da Colômbia, do Peru, do Chile, do Paraguai, do Equador, da Bolívia e da Venezuela, com 7 vitórias, 7 empates, 4 derrotas, 19 golos marcados, 16 sofridos e 28 pontos, em 18 jogos. Além disso, a seleção das pampas teve três selecionadores, começando com Gerardo Tata Martino, passando por Edgardo Bauza e acabando em Jorge Sampaoli, aquele que conseguiu levar a Argentina até ao Mundial de 2018. Chegada à Rússia, a seleção argentina terá que realizar melhores exibições do que aquelas que fez na qualificação, visto que está num grupo onde é teoricamente favorita (com Islândia, Croácia e Nigéria), se quiser voltar a ser Campeã Mundial. A bola está agora do lado dos jogadores e equipa técnica para levarem a Seleção da Argentina ao topo do Mundo.

Estrela da Equipa: Lionel Messi (Barcelona): Quando se fala na Seleção da Argentina tem que se falar na sua estrela-maior - Lionel Messi. O astro argentino, que representa o Barcelona, volta a estar num Campeonato do Mundo, depois de ter estado no Mundial de 2006, de 2010 e de 2014 (no Brasil, Messi esteve muitíssimo perto de ser Campeão do Mundo, mas a vitória "fugiu" para a Alemanha). Agora em solo russo, D10S volta a ter mais uma oportunidade de ter sucesso pela sua seleção, depois de duas derrotas na Copa América, e de perpetuar o seu nome na História do futebol argentino. Sendo Lionel Messi o jogador que é e sempre será, o argentino tem tudo para elevar a seleção das pampas até ao Olimpo do Futebol.            

Jogador a Seguir: Cristian Pavón (Boca Juniors): Apontado várias grandes equipas europeias, onde se incluem Benfica e Sporting, Cristian Pavón é a nova coqueluche do futebol argentino e terá, no Campeonato do Mundo, a sua oportunidade para jogar numa grande competição de seleções e, assim, valorizar-se. Exímio marcador de bolas paradas, especialmente livres diretos, o jovem extremo sul-americano tem velocidade, criatividade, drible remate de meia/longa distância e finalização, como comprovam os 23 golos marcados em três épocas no Boca Juniors. Dificilmente poderá ser titular, mas será sempre um nome a ter em conta caso salte do banco de suplentes da Seleção da Argentina. 

Selecionador: Jorge Sampaoli (argentino, 58 anos): Depois de vencer uma Copa América, pela Seleção do Chile, Jorge Sampaoli chegou à Seleção da Argentina a meio da qualificação, substituindo Tata Martino e Edgardo Bauza, e conseguiu levar a equipa das pampas ao certame da Rússia. O selecionador argentino, que tem Pablo Aimar como treinador-adjunto, implementou um futebol muito ofensivo, como fez no Chile e que foi o futebol mais excitante da América do Sul. Sampaoli tem nas suas mãos a oportunidade de ouro de dar ao seus país o título de Campeão Mundial, que já vai fugindo desde 1986. Na Rússia, os olhares mais atentos estarão em cima desta seleção que conta com mais jogadores de grande qualidade, sem contar com Lionel Messi. 

Equipa-Tipo: Willy Caballero, Gabriel Mercado, Nicolás Otamendi, Federico Fazio, Marcos Rojo; Javier Mascherano, Lucas Biglia, Éver Banega; Lionel Messi, Ángel Di María; Gonzalo Higuaín. 

Selecionador: Jorge Sampaoli

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